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Mal
de amor
(Giulia Dummont)
Quisera não, mas te amo com loucura.
Tento esquecer, mas te trago na lembrança.
Como me livrar desse mal sem cura,
a que o destino cruel me lança?
Ficou-me o tédio e a amargura
e foi-se toda e qualquer esperança.
Fiquei só, nessa vida escura,
só, com esse amor que não cansa.
Ao dormir, vejo-te nos meus sonhos.
Se acordo, sinto que enlouqueço
com meus pensamentos tristonhos.
E este pesadelo nunca finda...
Por que tanto mais penso que te esqueço,
sinto que te amo mais ainda! |